DEMANDA | Após solicitação da ADUFSCar, prazo para autenticação no SEI-UFSCar é prorrogado

DEMANDA | Após solicitação da ADUFSCar, prazo para autenticação no SEI-UFSCar é prorrogado

A Diretoria da ADUFSCar encaminhou, na semana passada, ofício ao Comitê de Governança Digital (CGD) da UFSCar solicitando orientações, a prorrogação do prazo e suporte relacionados à obrigatoriedade da autenticação em dois fatores no SEI-UFSCar.

A iniciativa foi motivada pelas manifestações e dúvidas recebidas pela entidade de diversos docentes. Por se tratar de uma alteração que impacta diretamente as rotinas de trabalho e que, conforme as orientações apresentadas, pressupõe o uso de dispositivo móvel cadastrado e de aplicativo autenticador, a ADUFSCar considera necessário um período adequado para orientação, preparação e adaptação das/os usuárias/os.

No documento, a Diretoria da entidade também questionou se o SEI-UFSCar disponibiliza outras formas de autenticação que não dependam necessariamente da utilização de aparelho celular pessoal, como, por exemplo, autenticação por e-mail ou outro mecanismo equivalente. A informação é especialmente relevante diante das diferentes condições e possibilidades de acesso das/os usuárias/os, bem como da necessidade de evitar que a utilização de dispositivo pessoal se constitua como condição indispensável para o exercício das atividades institucionais.

Nesta terça-feira (15), o Departamento de Processos Digitais e Governança de TIC, da Secretaria Geral de Informática (SIn), diulgou que, conforme solicitação da vice-reitora e presidente do Comitê de Governança Digital da UFSCar, profa. Maria de Jesus Dutra dos Reis, a obrigatoriedade da utilização da Autenticação em Dois Fatores (2FA) para acesso ao SEI-UFSCar foi adiada para 1º de outubro de 2026.

De acordo com a presidenta da ADUFSCar, profa. Paula Serrão, já está em tratativa o agendamento de uma reunião entre o CGD, ADUFSCar e demais entidades representativas para esclarecimentos e discussão sobre o tema. “A prorrogação amplia o prazo para debatermos as questões pontuadas pelas/os docentes e buscarmos alternativas que considerem as diferentes condições de acesso e as necessidades da comunidade universitária. É importante que qualquer mudança que impacte as rotinas de trabalho seja acompanhada de orientações claras, suporte adequado e espaço para diálogo com as entidades representativas”, afirma”.

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